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Mostrando postagens de Fevereiro, 2017

Chico Buarque.

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Vida Feliz.

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Fonte da imagem:http://www.publicdomainpictures.net/view-image.php?image=27292&picture=flores-rosa
É a minha preferida de todas da Joanna de Ângelis. Levo para a minha vida.
Nunca retribuas maldade com vingança ou desforço.
O homem mau se encontra doente e ainda não sabe.
Dá-lhe o remédio que minorará o seu aturdimento, não usando para com ele dos recursos infelizes de que ele se utiliza para contigo.
Se alguém te ofende, o problema é dele.
Quando és tu quem ofende, a questão muda de configuração e o problema passa a ser teu.
O ofensor é sempre o mais infeliz. Conscientiza-te disso e segue tranquilo.
VIDA FELIZ - Pelo Espírito Joanna de Ângelis - Psicografado por Divaldo P. Franco.

Bipolaridade em um mundo líquido.

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Bipolaridade em um mundo líquido. 
Meus pensamentos sobre o THB e como encaro a modernidade.
Estou fazendo vídeos que são guardados para ajudar na minha memória.
Fiz aos 60 anos e agora aos 65 estou fazendo outros para comparar as mudanças internas.
Depois farei videos semanais para registrar os acontecimentos do Brasil, do mundo, da família, amigos e também as minhas peripécias diárias, tudo para ajudar a preservar a memória.
Os vídeos não estão disponíveis no youtube, apenas esse ficará porque senão não teria como compartilhar aqui com vocês.

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De acordo com as últimas descobertas científicas, as crises de euforia e depressão são tóxicas ao cérebro. Assim como o organismo do diabético sofre com os picos de glicemia, o cérebro de quem tem transtorno bipolar não controlado sofre com o excesso de neurotransmissores. Após cinco episódios do transtorno perde-se 10% do hipocampo, área responsável pela memória.

http://psicoter.com.br/bipolaridade-causa-lesao-cerebro/ 


Trapalhadas.

Amigos queridos, imaginem que só hoje vi que tinham vários comentários para autorizar a publicação 😓
É que desde que o blogger mudou o layout da parte onde a gente posta - não sei o nome - que não vejo mais comentários e achei que ninguém estava comentando.
Até achei estranho que visitei os blogs de sempre e ninguém retribuía, até que hoje achei vários comentários por aprovar e já publiquei, sendo que agora vou responder a todos e continuar minhas visitas 😂😂😂😂
Nossa, mas é ser muito tansa 😌😌😌😌
Enfim, agora me deu até ânimo para continuar postando 😄 me aguardem, beijos no 💖

Parábola pós-moderna.

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Fonte Google.
E naquele dia o jovem aprendiz pegou o seu helicóptero e foi até a montanha mais próxima (era intervalo do almoço) falar com o ermitão. Lá chegando, o ermitão que parecia dormir, ao perceber a visita inesperada, desliga o celular e entra em concentração. - Mestre, diz o aprendiz, como levar a paz ao mundo? - Busque a paz primeiro no seu coração, responde o mestre. - Porra Mestre, quer dizer, desculpe Mestre, mas eu queria uma resposta mais objetiva, veja, eu não tenho muito tempo pra resolver essa parada. O mestre não responde, pois que mestres são assim mesmo, senão estariam por aí atrás de montanhas... O aprendiz, vendo que daquele mato não sairia nenhum coelho, pega o seu helicóptero e volta decepcionado para a cidade.
Veja bem, você que leu até aqui, essa parábola tem dois finais a escolher:
  1 - Se o aprendiz for de direita, certamente vai chegar à conclusão que o mestre é um petralha corrupto que só conseguiu a vida mansa graças a muito roubar do povo que como ele batalha …

A ferida essencial.

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Sentiu o abraço gelado da solidão.  Os lençóis brancos tingiram-se com o sangue da ferida aberta.
Era a ferida essencial, o alicerce medonho sobre o qual jaziam todos os seus sentimentos, emoções e vivências.
Ali ficaria para sempre, o alicerce que não pode ser removido. Presa ficava a alma naquela ferida. Tanto mais sangrava quanto mais tentava arrancá-la de sua vida.
Acostumou. E por acostumar libertou-se.
As pessoas temem o que desconhecem. Volitando entre luzes e sombras, já nada temia.
Livre tornou-se.
Estranha liberdade.
Concebida fora no medo e na solidão. De lágrimas e risos alimentara-se.
Era a liberdade dos que já nada temem porque muito lhes fora tirado.
Os excluídos, os desgraçados.
Jeanne Geyer

O pacto.

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Imagem Google.
A cada despertar renova o pacto com a paciência.
Os dias escorrem na linha do tempo com as dificuldades e empecilhos de sempre.

Como as gotas da torneira mal ajustada, que cai a espaços iguais e irritantes...

No inicio, não as ouvia, com o tempo, o ruído imperceptível passa a ser ensurdecedor.

Todavia, há que estar em paz consigo e com a vida. Aceitar as desventuras sem queixas estéreis.

Não sabe mais como tudo começou, mas trama um desfecho feliz.

Paciência pensa ela. Paciência só por hoje, murmuram os fantasmas da casa grande e gelada.

Paciência, porque nada do que foi e é sempre será.

Para modificar o final de uma história que se perdeu em noites eternas, acompanhará se preciso for, as mudanças das primaveras, exigindo-se e impondo-se a transmutação possível.

A possível e almejada libertação.

Ondas, mares e amares.

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No azul do céu ondas dançavam livres na atmosfera...
as ondas do olhar amado desejava.
Ali ficaria a contemplar o infinito. Era o seu prisma de vida.
O decompor dos pesares em suaves beijos e cálidos abraços...

Jeanne Geyer